quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"..."

  E eu  que acreditei que as crises do homem moderno jamais me contaminariam!
  Áh sim, era eu mesma, aquela criança que acreditava que mudaria o mundo... só que já nem me lembro mais dela.
  Em toda minha insignificância, e reconhecendo que diante de séculos minha vida é breve, curta e passageira, eu insisto em acreditar que sou importante sim, e em sentir que minha vida é grandiosa e mágica, só não sei como fui me perder em ilusões.
  Depois disso daqui, ninguém sabe o que ocorrerá e isso é algo bem intrigante.
  Me recuso a sentir-me como um ser puramente sentimental, mas viajo em pensamentos e reflito, mesmo sabendo que não chegarei a lugar nenhum, ou talvez até chegue... Certo é que bem fora dito: "Quanto mais sei, vejo que menos sei".

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