Eu aceito de bom grado os toques, os retoques que a vida me dá.
Aceito de bom grado o colorir e o despentear da existência,
a esperança, o cheiro bom que o sonho é capaz de trazer, e modificar em nós.
Aceito a alegria contida
e todos os marcos e marcas de minha história.
Aceito sorrindo dos defeitos meus, amores,
sorrisos, sabores e dissabores meus.
Aceito a experiência dos anos
e as rugas também.
O saber, o não conhecer,
o desconhecer e as incredulidades...
Eu aceito e compreendo o passo de cada vez,
a fé sobre o melhor que virá.
Aceito, acredito e espero, que o melhor sempre virá
e o pior também, e o melhor ainda depois.
Aceito com toda essa minha inquietude, o acelerar do peito,
e a insegurança da alma.
Aceito porque a vida é um ciclo: O que passou, o que virá
E o que tornará a acontecer, a se repetir.
Eu aceito de bom grado o meu eu.
Eu me aceito sim! E assim.
"Se aceitar é o primeiro passo para ser aceito" - Gustavo Adorno - Filósofo Goiano
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